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Ilustração da História Infantil sobre Saudade: O Barco das Lembranças de Chico, mostrando uma capivara olhando um barco artesanal em um rio.

História Infantil sobre Saudade: O Barco das Lembranças de Chico

História Infantil sobre saudade e amizade duradoura. Chico, a capivara, sente falta do amigo Zeca. Com a ajuda da andorinha Lila e do Professor Juca, ele aprende que a saudade é um sinal de amor, criando um presente especial que atravessa a floresta e fortalece um laço de afeto.

À beira do Rio Sereno, onde as águas corriam macias e o sol pintava reflexos dourados, vivia Chico, uma capivara de coração grande. Chico adorava a calmaria do rio e a companhia dos amigos. Mas nos últimos dias, uma pequena nuvem de pensamentos parecia flutuar sobre sua cabeça. Seu melhor amigo, Zeca, o sagui mais brincalhão da floresta, havia se mudado com a família para uma parte distante, além da Grande Cachoeira. Chico sentia uma coisa esquisita no peito, um aperto que não doía, mas deixava um vazio. Era a saudade.

Certo dia, enquanto Chico observava as folhas caírem, Lila, uma andorinha ágil e de penas azuis brilhantes, pousou em seu ombro.
— Que carinha é essa, Chico? Você parece um dia nublado! — piou Lila, inclinando a cabeça curiosa.
Chico suspirou.
— É que sinto falta do Zeca, Lila. Sinto aquela coisa no peito que a gente chama de saudade. Queria que ele estivesse aqui para caçar as bolinhas de lama comigo.
Lila, que vivia voando por toda a floresta, compreendeu.
— Ah, a saudade é um sentimento especial. Já ouvi o Professor Jabuti Juca falar muito sobre ela. Talvez ele possa te ajudar a entender. Ele tem a sabedoria de mil árvores!
Chico animou-se um pouco.
— O Professor Juca? É uma ótima ideia!
Juntos, Chico e Lila foram até a Árvore das Histórias, onde o Professor Jabuti Juca tinha sua biblioteca particular, feita de folhas secas, musgos e galhos retorcidos. O professor, com seus óculos feitos de orvalho e uma expressão pensativa, estava lendo um pergaminho de casca de árvore.
— Olá, meus jovens amigos! O que os traz à minha humilde morada de saberes? — perguntou Juca com sua voz calma e profunda.
Chico contou sobre a saudade que sentia de Zeca. O Professor Juca sorriu lentamente.
— Ah, a saudade, meu caro Chico. Não é uma coisa ruim. A saudade é um carinho que o coração sente por quem está longe. Ela nos mostra o quanto gostamos de alguém e como as lembranças são preciosas. É como um abraço invisível que a gente manda para longe.
Chico pensou um pouco.
— Um abraço invisível? Mas como ele vai saber que estou mandando um?
— Você pode criar algo, Chico. Algo que represente a amizade de vocês, algo que ele possa tocar e lembrar de você. Pequenos gestos carregam grandes sentimentos, como as sementes que brotam em árvores fortes. — aconselhou o jabuti.
Inspirado, Chico teve uma ideia. Ele se lembrou da pedrinha mais brilhante que ele e Zeca haviam encontrado juntos, perto do ninho do pássaro-do-sol. Com muito cuidado, ele pegou uma grande casca de árvore que havia caído e, com a ajuda de um graveto, construiu um pequeno e delicado barco. Dentro dele, ele colocou a pedrinha cintilante.
— Lila, você poderia levar este barco para o Zeca? Ele está além da Grande Cachoeira… — pediu Chico com esperança nos olhos.
— Claro que sim, Chico! Será a mais importante entrega da minha vida de mensageira! — disse Lila, animada. Ela pegou o barquinho com o bico, com toda a delicadeza, e alçou voo, atravessando o Rio Sereno, sobrevoando as copas das árvores mais altas, até chegar ao lado da floresta onde Zeca agora vivia.

Lila encontrou Zeca em sua nova casa, um buraco aconchegante em uma árvore robusta. O sagui estava um pouco cabisbaixo, sentindo a mesma saudade de Chico. Quando Lila pousou e apresentou o pequeno barco com a pedrinha, os olhos de Zeca brilharam. Ele reconheceu a pedrinha na hora! Uma onda de calor e alegria preencheu seu peito. Era a prova de que Chico pensava nele. Zeca, feliz, pegou uma das flores mais raras e perfumadas de sua nova morada, uma florzinha roxa com pintinhas douradas, e pediu a Lila que a levasse de volta para Chico.
Quando Chico recebeu a florzinha, seu coração transbordou. Ele entendeu a mensagem de Zeca, a mensagem do Professor Juca. A saudade não era triste; era apenas o jeito que o coração tinha de lembrar com carinho dos momentos felizes e das pessoas queridas. As lembranças eram como pontes invisíveis que conectavam os corações, não importa a distância. Chico colocou a flor ao lado de sua pedrinha favorita e soube que, um dia, ele e Zeca se reencontrariam para novas aventuras. Enquanto isso, a amizade deles continuaria voando, como a andorinha Lila, pelos caminhos da saudade e do carinho.

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