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História Infantil sobre não bater: Grilo Pompílio pintando um mural na colmeia com o Besouro Baltazar ajudando a segurar a escada.

História Infantil sobre não bater: A Aventura do Grilo Pintor e o Segredo da Colmeia Gentil

História Infantil sobre um grilo pintor e um besouro desajeitado que aprendem que a gentileza e a comunicação são mais poderosas que a raiva. Uma aventura na campina Florescente para descobrir o segredo da harmonia.

Na campina Florescente, onde o sol pintava o céu de laranja ao amanhecer e os riachos cantavam canções de ninar, morava um grilo muito especial chamado Pompílio. Pompílio não era um grilo comum. Ele era um artista, com patinhas habilidosas que usavam os menores pincéis feitos de pelos de joaninha para criar obras de arte em folhas e pétalas. Seu lar era um cogumelo vibrante, decorado com suas miniaturas mais recentes.

Perto dali, em uma majestosa árvore antiga, ficava a Colmeia Dourada, governada pela respeitável Abelha Dona Zuzu. Dona Zuzu era conhecida por sua sabedoria e por manter a harmonia entre todos os insetos da campina. Um dia, ela pediu a Pompílio que pintasse um grande mural na entrada de sua colmeia, uma cena que mostrasse a união e a alegria da vida na campina. Pompílio, orgulhoso e animado, aceitou o desafio.

Enquanto Pompílio trabalhava arduamente em sua obra-prima, equilibrado em uma escada feita de gravetos finos, o Besouro Baltazar apareceu. Baltazar era um besouro grande, com um coração de ouro, mas um jeito desengonçado que às vezes causava pequenos desastres. Ele estava correndo, tentando carregar uma folha gigante para seu ninho, quando tropeçou em uma raiz saliente.

CRASH!

A escada de Pompílio balançou perigosamente, e ele quase caiu, o pincel voando longe. A tinta verde-esmeralda, que ele estava usando para pintar as folhas de uma amoreira, espirrou em uma parte do mural que já estava quase pronta. Pompílio sentiu uma onda de calor subir em suas antenas. Queria gritar, queria pular e bater com as patinhas no chão.

Baltazar, assustado, olhou para Pompílio, depois para a mancha de tinta, e para a escada caída. Oh, não! Sua desajeitada havia estragado o trabalho do amigo.

Pompílio respirou fundo. Ele se lembrou das palavras de Dona Zuzu: A pressa e a raiva são ventos que derrubam a sabedoria. Antes de reagir, precisamos entender.

– Baltazar, o que aconteceu? – perguntou Pompílio, com a voz ainda um pouco tremida, mas tentando soar calmo.

Baltazar, envergonhado, explicou seu tropeço. – Oh, Pompílio, me perdoe! Eu sou tão desastrado. Eu não queria…

Pompílio viu a sinceridade nos olhos do besouro. A raiva começou a diminuir, dando lugar à compreensão. Bater ou gritar não resolveria a pintura borrada.

– Tudo bem, Baltazar. Acidentes acontecem – disse Pompílio, descendo com cuidado. – O importante é que ninguém se machucou.

Dona Zuzu, que vinha inspecionar o progresso do mural, chegou naquele instante. Ela viu a mancha e os olhares dos dois amigos.

– O que temos aqui? – perguntou com sua voz doce e firme.

Pompílio e Baltazar contaram o ocorrido. Dona Zuzu sorriu gentilmente. – É nas dificuldades que aprendemos mais, meus pequenos. Pompílio, você agiu com muita sabedoria ao não deixar a raiva te dominar. E Baltazar, sua honestidade é um tesouro. Que tal se vocês dois trabalhassem juntos para consertar isso?

Baltazar, animado com a chance de ajudar, prontamente ofereceu suas fortes garras para segurar a escada firmemente enquanto Pompílio subia novamente. Pompílio, por sua vez, mostrou a Baltazar como misturar um pouco de pó de flor branca com a tinta verde para criar um novo tom que cobriria a mancha, transformando-a em uma nova folhinha, ainda mais bonita.

Juntos, eles consertaram o mural. Baltazar aprendeu a ser mais cuidadoso, e Pompílio aprendeu que a calma e o perdão são pincéis muito mais poderosos do que a raiva. O mural ficou lindo, mais do que antes, com aquela folhinha especial que contava a história da amizade e da compreensão.

E assim, na campina Florescente, todos aprenderam que quando a gente se ajuda e conversa, sem bater ou brigar, a vida fica colorida como a obra de Pompílio e doce como o mel da Dona Zuzu.

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