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História Infantil sobre Ecologia: Clara e o Sussurro do Rio Dourado. Imagem de Clara, uma menina, com o mico-leão-dourado Pingo no ombro, e o Vovô Jatobá, uma árvore gigante, em uma floresta tropical, simbolizando a aventura e o cuidado com o rio.

História Infantil sobre Ecologia: Clara e o Sussurro do Rio Dourado

História Infantil: Embarque na aventura de Clara, uma menina curiosa, e seu amigo Pingo, o mico-leão-dourado. Eles descobrem que o rio da floresta está doente e, com a ajuda do sábio Vovô Jatobá, aprendem a importância da ecologia para salvar seu lar. Uma história de amizade e respeito pela natureza.

No coração da Floresta Esperança, onde o verde era mais verde e o canto dos pássaros mais alegre, morava Clara, uma menina de olhos curiosos e um sorriso que iluminava o dia. Clara amava cada folha, cada flor e cada criatura daquela floresta. Seus melhores amigos eram Pingo, um mico-leão-dourado de pelos dourados e cauda esperta, e Vovô Jatobá, uma árvore milenar que ficava no centro da clareira, observando tudo com sua sabedoria silenciosa.

Certo dia, enquanto brincavam perto do Rio Dourado, Clara e Pingo notaram algo diferente. A água, que antes era tão clara que refletia o céu, estava um pouco turva. As pedras do fundo pareciam menos brilhantes e algumas plantinhas na margem estavam murchas.

Ah, Pingo, o que está acontecendo com nosso rio?, perguntou Clara, com uma pontinha de preocupação na voz.

Pingo fez um barulho parecido com um coçar de cabeça, balançando a cauda. Não sei, Clara. O cheiro também está um pouco estranho, respondeu ele, cheirando o ar.

Eles correram até Vovô Jatobá, que os escutou com suas folhas farfalhando suavemente. Vovô, o Rio Dourado não está bem!, disse Clara, seus olhos grandes de preocupação. Pingo subiu no tronco do Jatobá, buscando consolo.

Vovô Jatobá, com seus galhos que pareciam braços acolhedores, balançou lentamente. Ele não falava com palavras, mas seus movimentos e o leve sussurro do vento entre suas folhas eram como uma conversa. Ele apontou um galho grosso para o alto, para uma parte mais distante do rio, indicando que a resposta estava lá.

Com coragem e determinação, Clara e Pingo decidiram investigar. Eles seguiram o curso do Rio Dourado, saltando sobre raízes e desviando de cipós. No caminho, encontraram outros moradores da floresta: uma borboleta azul, o esquilo Tico, todos pareciam um pouco tristes com a mudança do rio.

Depois de um bom tempo de caminhada, chegaram a uma área onde a floresta era menos densa. Ali, viram uma pequena poça de lixo, alguns plásticos e papéis, que pareciam ter sido levados pela chuva até um riacho menor, que desaguava no Rio Dourado.

É isso!, exclamou Clara. O lixo está sujando a água!

Pingo fez uma careta. Que coisa feia! A floresta não gosta disso!

Eles sabiam que precisavam agir. Mas como? O lixo era demais para eles dois. De repente, Pingo teve uma ideia. Ele assobiou alto, chamando outros micos-leões-dourados. Logo, uma turminha de micos chegou, curiosos. Clara explicou o problema e, com a ajuda dos novos amigos, começaram a recolher o lixo.

Com cuidado, eles separaram os plásticos, os papéis e outros objetos. Não jogaram fora, mas fizeram uma pilha organizada, pensando em levar para um lugar onde pudessem ser reciclados. Era um trabalho cansativo, mas a alegria de ver a água do riacho começando a clarear os animava.

Quando voltaram para a clareira, o sol já estava se pondo, pintando o céu de laranja e roxo. Vovô Jatobá parecia sorrir com o balançar de suas folhas. O Rio Dourado, um pouco mais adiante, já mostrava sinais de recuperação. Suas águas estavam menos turvas, e o cheiro estranho quase sumira.

Clara e Pingo sentiram um calorzinho no coração. Eles entenderam que cada pequeno ato de cuidado faz uma grande diferença. Vovô Jatobá, com seu galho, tocou suavemente o ombro de Clara, como quem diz Obrigada.

A partir daquele dia, Clara, Pingo e os outros animais da Floresta Esperança ficaram ainda mais atentos. Eles organizaram mutirões para limpar a floresta e ensinaram uns aos outros a importância de cuidar do meio ambiente. O Rio Dourado voltou a brilhar, e a Floresta Esperança continuou sendo um lugar de vida e alegria, tudo porque alguns amigos, com coragem e união, aprenderam a lição da ecologia: cuidar da natureza é cuidar de nós mesmos.

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